Você sabe as diferenças entre 32 bit e 64 bit? Sabe quais as vantagens e desvantagens de se ter um processador ou um sistema operacional em um ou outro padrão? Bom... para começar, é bom entender que bit é uma unidade. Do mesmo jeito que os metros servem para medir distâncias, o bit serve como medida de informação digital. Teoricamente, o processador de 64 bit pode processar o dobro de bits que um processador de 32 bit ao mesmo tempo. Isso é até meio óbvio. Outra vantagem dos processadores de 64 bit é que eles conseguem gerenciar muito mais memória RAM. Os de 32bit só trabalham com o máximo de 4 giga, número baixo se levarmos em consideração as exigências de alguns programas que já fazem parte do nosso dia-a-dia. Só que para todo esse potencial seja aproveitado ao máximo, é necessário que o seu sistema operacional também opere em 64bit. Por isso mesmo, o Windows XP, o Vista e, mais recentemente, o Windows 7, oferecem as 2 possibilidades.
Até pouco tempo, por mais que você tivesse um processador e um sistema operacional rodando em 64 bit, ainda enfrentaria problemas. É que a maioria dos programas disponíveis no mercado ainda não tinha se adaptado à nova realidade. Hoje, quase todos os softwares já rodam na nova plataforma. Portanto, é bom que você dê preferência a um processador 64bit e a um sistema operacional 64bit a partir de agora. Aliás, os processadores de 32 bit, tão fortes no mercado até pouquíssimo tempo, já estão caminhando para o esquecimento. E você sabe se o seu processador já é 64bit? Para descobrir estas e outras informações a respeito do seu chip, como velocidade, família e tecnologia empregada, clique no link em destaque acima desse texto e baixe o CPU-Z, um programa gratuito que te informa todos esses detalhes. Clique lá!
Empresa voltada a Prestação de Serviço na Area da Organizacao de Arquivos Fisicos / Digitalização e Microfilmagem de Documentos. Além de Desenvolvimento de Software GED para Organização dos Arquivos Digitais.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Executivos vem Exageros no personagem do filme Amor Sem Escalas
No filme Amor Sem Escalas, em cartaz no Brasil, o ator norte-americano George Clooney encarna Ryan Bingham, um executivo viciado em trabalho e que vive uma vida cheia de luxos. Mas no mundo real, as coisas não funcionam bem assim. Ele é um executivo boa pinta, viaja a trabalho de primeira classe para vários cantos do mundo e é membro de elite de todos os programas de fidelidade existentes.
Ryan Bingham é um super executivo que optou por um estilo de vida sem vínculos emocionais. Seu dia a dia é em meio a aeroportos, hotéis e carros alugados. Ou seja, nada é permanente. Tudo de que Ryan precisa cabe em uma mala de mão. Mas como a vida não é um mar de rosas – nem mesmo nos filmes (ao menos não antes do happy end) –, o sujeito passa a andar sobre uma corda bamba sem rede de proteção. E por rede, leia-se também a social: ele não tem esposa ou filhos ou amigos pessoais.
Será que, no mundo de verdade, alguém como Ryan Bingham seria feliz? “Ele passa a ideia de que sim”, responde Selma Lancman, professora do Departamento de Terapia Ocupacional da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), e que viu no filme algumas semelhanças entre o personagem e os executivos reais. “Ele valoriza esse estilo de vida. Mas, de outro lado, tem uma hora que bate uma solidão.”
Em outras palavras, a ficha cai. E, segundo a pesquisadora, é nesse ponto que a vida imita a arte. “Esse tipo de profissional não tem rede de relações sociais. Se ele tem filhos, a relação com eles é distante; se é casado, na hora em que ele se volta para a sua vida pessoal o casamento acaba – porque é uma relação que também se mantém sobre essa distância. Então as redes sociais, as redes de suporte desse executivo estão totalmente comprometidas.”
O consultor e coach Emerson A. Ciociorowski, autor do livro Executivo, O Super-Homem Solitário, complementa dizendo que, do lado das empresas, esse superexecutivo, como o interpretado por Clooney, não está mais no topo da lista. “As organizações que são líderes de mercado, que estão preocupadas com sua perenidade, não querem ter executivos dessa natureza”, afirma Ciociorowski. “Porque esse indivíduo não é um ser completo, ele tem pouca duração e a capacidade dele, com o tempo, acaba ficando limitada.”
Vida sem glamour
Como será que os próprios executivos enxergaram esse personagem? Quais as possíveis consequências para o estilo de vida adotado por ele? Eduardo Giacomazzi, 41 anos, dono da Sher Marketing, empresa de consultoria, treinamento e planejamento em São Paulo, prefere não julgar Ryan Bingham. “De um modo geral, o senso comum seria achar que a vida dele é uma droga”, diz. “Um cara que viaja para lá e para cá etc... Mas ele faz uma pessoa que está atrás de um objetivo.” O empresário tem em comum com o personagem a necessidade de viajar constantemente a trabalho – e o gosto por isso, ele admite.
Mas, por outro lado, não se reconhece no esforço para afastar laços afetivos que se vê no filme. “Eu já fiquei nessa vida de correr para cima e para baixo diariamente, pelo Brasil inteiro”, conta. “Mas hoje não. As oportunidades surgem, eu viajo bastante, mas escolho bem para onde ir e o que fazer.” Outro ponto que Giacomazzi afirma não ter nada a ver com o mundo real é o universo de privilégios pelo qual se movimenta o personagem principal de Amor Sem Escalas. “Esse glamour do mundo dos negócios, se hospedar no Hilton, viajar de primeira classe, isso não existe”, ressalta. “Viajar dessa forma é pauleira. Quando eu saí do cinema até disse para a minha namorada que fiquei nessa vida durante dois anos, mas não quero isso para mim.”
Pai de dois filhos, um de sete anos e outro de dois anos, o sócio de Eduardo na empresa, Jaime Jimenez também tem suas reservas quando o assunto é comparar a ficção com a realidade no mundo dos negócios. “Teve um lado com o qual você se identifica com o filme, porque tem a logística toda, as situações que ele passa, a questão de você chegar em casa depois de duas semanas fora, ou seja, tem um aspecto que é muito parecido. Mas têm outras coisas que são mais para inglês ver.”
Entre elas, segundo Jimenez está a disposição do personagem em viver, já na casa dos 40 anos, com o ritmo acelerado de um profissional em início de carreira. “Isso de ficar viajando muito é legal quando você é solteiro e está começando”, conta. “Mas quando você já tem namorada, filhos, vida social, às vezes a sua vontade é voltar logo. Balada todo mundo gosta, mas não é uma coisa que passe a ser seu estilo de vida.”
por Julio Caldeira
Ryan Bingham é um super executivo que optou por um estilo de vida sem vínculos emocionais. Seu dia a dia é em meio a aeroportos, hotéis e carros alugados. Ou seja, nada é permanente. Tudo de que Ryan precisa cabe em uma mala de mão. Mas como a vida não é um mar de rosas – nem mesmo nos filmes (ao menos não antes do happy end) –, o sujeito passa a andar sobre uma corda bamba sem rede de proteção. E por rede, leia-se também a social: ele não tem esposa ou filhos ou amigos pessoais.
Será que, no mundo de verdade, alguém como Ryan Bingham seria feliz? “Ele passa a ideia de que sim”, responde Selma Lancman, professora do Departamento de Terapia Ocupacional da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), e que viu no filme algumas semelhanças entre o personagem e os executivos reais. “Ele valoriza esse estilo de vida. Mas, de outro lado, tem uma hora que bate uma solidão.”
Em outras palavras, a ficha cai. E, segundo a pesquisadora, é nesse ponto que a vida imita a arte. “Esse tipo de profissional não tem rede de relações sociais. Se ele tem filhos, a relação com eles é distante; se é casado, na hora em que ele se volta para a sua vida pessoal o casamento acaba – porque é uma relação que também se mantém sobre essa distância. Então as redes sociais, as redes de suporte desse executivo estão totalmente comprometidas.”
O consultor e coach Emerson A. Ciociorowski, autor do livro Executivo, O Super-Homem Solitário, complementa dizendo que, do lado das empresas, esse superexecutivo, como o interpretado por Clooney, não está mais no topo da lista. “As organizações que são líderes de mercado, que estão preocupadas com sua perenidade, não querem ter executivos dessa natureza”, afirma Ciociorowski. “Porque esse indivíduo não é um ser completo, ele tem pouca duração e a capacidade dele, com o tempo, acaba ficando limitada.”
Vida sem glamour
Como será que os próprios executivos enxergaram esse personagem? Quais as possíveis consequências para o estilo de vida adotado por ele? Eduardo Giacomazzi, 41 anos, dono da Sher Marketing, empresa de consultoria, treinamento e planejamento em São Paulo, prefere não julgar Ryan Bingham. “De um modo geral, o senso comum seria achar que a vida dele é uma droga”, diz. “Um cara que viaja para lá e para cá etc... Mas ele faz uma pessoa que está atrás de um objetivo.” O empresário tem em comum com o personagem a necessidade de viajar constantemente a trabalho – e o gosto por isso, ele admite.
Mas, por outro lado, não se reconhece no esforço para afastar laços afetivos que se vê no filme. “Eu já fiquei nessa vida de correr para cima e para baixo diariamente, pelo Brasil inteiro”, conta. “Mas hoje não. As oportunidades surgem, eu viajo bastante, mas escolho bem para onde ir e o que fazer.” Outro ponto que Giacomazzi afirma não ter nada a ver com o mundo real é o universo de privilégios pelo qual se movimenta o personagem principal de Amor Sem Escalas. “Esse glamour do mundo dos negócios, se hospedar no Hilton, viajar de primeira classe, isso não existe”, ressalta. “Viajar dessa forma é pauleira. Quando eu saí do cinema até disse para a minha namorada que fiquei nessa vida durante dois anos, mas não quero isso para mim.”
Pai de dois filhos, um de sete anos e outro de dois anos, o sócio de Eduardo na empresa, Jaime Jimenez também tem suas reservas quando o assunto é comparar a ficção com a realidade no mundo dos negócios. “Teve um lado com o qual você se identifica com o filme, porque tem a logística toda, as situações que ele passa, a questão de você chegar em casa depois de duas semanas fora, ou seja, tem um aspecto que é muito parecido. Mas têm outras coisas que são mais para inglês ver.”
Entre elas, segundo Jimenez está a disposição do personagem em viver, já na casa dos 40 anos, com o ritmo acelerado de um profissional em início de carreira. “Isso de ficar viajando muito é legal quando você é solteiro e está começando”, conta. “Mas quando você já tem namorada, filhos, vida social, às vezes a sua vontade é voltar logo. Balada todo mundo gosta, mas não é uma coisa que passe a ser seu estilo de vida.”
por Julio Caldeira
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Tecla Windows no Teclado

Tecla do Windows veja o que ela é capaz.....
Tecla Windows. Ela nunca foi tão útil quanto nessa nova versão do sistema operacional. Nas versões anteriores, algumas combinações já eram possíveis, mas agora, ela ganhou outras funções que facilitam o manuseio e fazem com que o usuário ganhe tempo. Quer ver?
Experimente a combinação Windows + seta para a direita. A janela que estava em primeiro plano vai, automaticamente, para a metade direita da tela. Selecione outra janela e, dessa vez, aperte Windows + seta para a esquerda. Veja só. A tela ficou dividida ao meio, com cada janela para um lado. Isso é ideal para quem gosta de utilizar duas aplicações ao mesmo tempo. A combinação Windows + seta pra cima maximiza a janela, e Windows + seta pra baixo minimiza o que estava em primeiro plano.
Se o botão Windows for apertado junto com a tecla de espaço, todas as janelas somem da tela e a área de trabalho é mostrada. Isso é muito útil caso você queira ver algo que esteja no desktop, sem precisar minimizar uma por uma. O mesmo efeito pode ser conseguido ao repousar o mouse aqui, no cantinho direito. Agora, experimente clicar em alguma janela e chacoalhar o mouse. Olha só. Tudo é minimizado, menos o programa selecionado. Legal, né? Isso também pode ser feito via teclado, apertando simultaneamente os botões Windows e Home.
Agora, com o Windows 7, cada item na barra de tarefas é associado a um número. O mais perto do botão iniciar é o 1. O item logo em seguida é o 2, e assim sucessivamente. Se você apertar a tecla Windows + algum número, aquele programa vai para o primeiro plano. Já a combinação Windows + Shift + algum número vai executar uma nova janela daquela aplicação. Windows + T e você percorre pelos itens da barra de tarefas. E se você tem problemas com letras pequenininhas, experimente Windows e a tecla +. O zoom digital aproxima a região onde o mouse estiver repousado. Para voltar ao zoom original, é só apertar Windows e a tecla -.
Veja logo abaixo uma lista com outras dicas de como utilizar a tecla Windows:
• Win+Home: Deixa aberta apenas a janela ativa
• Win+Space: Todas as janelas ficam transparentes, e o usuário consegue enxergar o desktop
• Win+Seta para cima: Maximiza a janela atual
• Shift+Win+Seta para cima: Maximiza a janela atual na posição vertical
• Win+Seta para baixo: Minimiza a janela / volta ao tamanho original se maximizada
• Win+seta esquerda / direita: leva a janela para cada metade da tela
• Shift+Win+seta direita / esquerda: Leva a janela para o monitor da direita ou da esquerda (em caso de monitor duplo)
• Arrastar a janela para o topo: maximiza
• Arrastar a janela para a esquerda ou direita: faz com que ela ocupe metade direita / esquerda da tela
• Chacoalhar a janela com o mouse: minimiza tudo, menos a janela selecionada
• No Windows 7, se você usar a tecla Windows com algum número, é possível interagir com as aplicações da taskbar. Por ex: Win + 4 vai abrir o 4. programa, contado da esquerda para a direita. Windows + Alt + 4 mostra o jumplist do mesmo aplicativo.
• Shift+Win+número (1-9): Abre uma nova janela daquele aplicativo
• Ctrl+Win+número (1-9): Alterna entre as janelas já abertas daquele aplicativo
• Alt+Win+número (1-9): Abre a jumplist daquele aplicativo
• Win+T: Passeia pelos ítens da taskbar
• Win+B: mostra os aplicativos da direita da taskbar
• Ctrl+Shift+N: Cria uma nova pasta no Windows Explorer
• Alt+Up: Sobe um nível de pastas no Windows Explorer
• Win+(+/-): Zoom in/out
• Win+G: Alterna entre os gadgets da sua tela
Fonte: Olhar Digital....
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