sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Aline Porcina - Matéria Digitalização de processos no poder Judiciário ...

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Uso da Informação !

Especialista analisa a evolução do uso das informações

Desde a época pré - histórica o homem para sobreviver, teve que, a sua maneira, obter informações, quer seja de seus companheiros de caça, das tribos rivais, dos locais onde tinha caça disponível, onde melhor se acomodar e assim por diante. Trazendo estes fatos para os últimos séculos, a busca pelo domínio e poder fez com que o homem lutasse para atingir seus objetivos, buscando informações e criando “novas técnicas” em busca de suas conquistas. Alexandre - o Grande - foi um claro exemplo daquela época. Assim foram surgindo as grandes guerras mundiais já nos séculos atuais, onde mais do que nunca a “informação” sobre o inimigo era - e ainda é - de importância vital para o sucesso.
Foi por esta razão que durante a segunda grande guerra mundial, na década de 40, a pedido dos Governantes, foi inventado o primeiro “computador” conhecido academicamente como o nome de ENIAC direcionado especificamente para a demanda militar da época. Estamos galopando com nossas tecnologias, vindo dos mensageiros, lanças, escudos especiais, catapultas para equipamentos mais eficazes, tipo processamento eletro / eletrônico e computadores de todos o portes e tipos para atender a demanda da gestão da informação. Um exemplo claro do poder da informação foi a guerra dos 6 dias de Israel e a guerra pela disputa das ilhas Malvinas, entre Ingleses e Argentinos. Quem teve o domínio da informação aliado à tecnologia, venceu.
A partir da década de 70, o processo de desenvolvimento tecnológico tomou um impulso tal que chegou a certos momentos de verdadeiro “atropelo” de tantas informações novas que enchiam nossas cabeças. Como usá-las?...o que fazer?...O que comprar?...tudo sempre voltado para o Gerenciamento da Informação. Mas...que virada tivemos no fim na década de 80, início de 90, quando o nossos atuais “companheiros inseparáveis” microcomputadores chegaram para ficar!! Para alguns foi muito difícil a adaptação das novas tecnologias de processar e obter informações, mas, para a faixa etária mais nova (da época, porque agora estão a anos luz na frente) a absorção destas tecnologias foi e é muito fácil. Alguns devem ainda lembrar-se muito bem do que alguns principais fornecedores de tecnologia diziam na época - a partir de agora está sendo decretado o fim do papel - pelo uso dos PCs em cada departamento, setor, etc. estava sendo criado o “office paper less”....mas o que aconteceu? A rapidez e o volume no processamento das Informações cresceu e com ele a utilização do papel também, até por uma questão cultural. O uso do papel dobrou e com ele os problemas também.
Então, por um lado temos a tecnologia em disparada e por outro o emperramento pela má gestão da informação com o enorme uso do repositório das informações materializado pelo grande uso do papel como também do meio eletrônico.
Mas, nem tudo está perdido, pois todos nós passamos a nos aculturar melhor, absorvemos as tecnologias e passamos a ter uma melhor consciência ambiental, nos adequando às reais necessidades que o mundo de hoje exige.
A grande verdade é que a nossa sociedade não consegue mais viver sem a informação de que necessita para o seu dia-a-dia e para obtê-la com a velocidade e segurança, faz uso das tecnologias disponíveis. As grandes empresas e corporações também já estão conscientes deste fato e procuram com rapidez adequar suas necessidades para manterem-se competitivas.
Entretanto, para uma grande maioria de empresas públicas e privadas, ainda é uma constante a desinformação com processos, métodos e ferramentas que ajudam a solucionar a questão de uma eficiente Gestão Documental / Informação, compatibilizando as tecnologias com as necessidades de se obter as informações úteis que atendam a nossa realidade. É para estes que saliento a importância de uma eficiente Gestão Documental tendo um maior controle dos seus processos, fazendo que, com a utilização de tecnologias, métodos e ferramentas de software, possam gerenciar as informações de forma adequada, rápida e segura, quer seja em meio físico (papel) quanto em meio eletrônico.
As tecnologias continuam evoluindo, e nós, leigos, profissionais e empresas precisamos ter plena consciência de que, quem não acompanhar o processo ficará de fora da corrida neste mercado globalizado.
Uma eficiente Gestão Documental e por que não dizer da Informação, somente trará benefícios para quem a praticar nos moldes necessários de hoje, ou seja, utilizando os recursos, ferramentas, conceitos e tecnologias que permitam estarem adequadas a obter sucesso nos seus negócios, porque uma não funciona sem a outra.
Por isso, Srs. Empresários e Gestores, invistam na capacitação de seus colaboradores, participem de cursos, seminários e palestras específicas que tratem da informação com tecnologia, mas sempre com o devido cuidado para não saírem do 8 para o 80 com enormes riscos e até chances de insucesso. O passo a passo é o mais seguro. Na dúvida contratem os serviços de especialistas e consultores para os auxiliarem nas escolhas mais adequadas, enfim, invistam em recursos que possam dar mais controle aos seus negócios e satisfação aos seus clientes de forma a terem sempre uma Gestão do seu negócio de forma eficaz e com resultados positivos no âmbito financeiro, social e ambiental.

A Informação e a Tecnologia estão aí para auxiliá-los para isto!

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Leitura Recomendada


por Rogerio Acquadro

O caderno Link (dedicado ao tema da tecnologia) do jornal O Estado de São Paulo publicou na última segunda-feira uma interessante matéria sobre a importância de se pensar sobre o arquivamento de informações a longo prazo. O texto começa contando uma história de cientistas da Nasa que, em 2001, procuravam informações capturadas por uma sonda enviada à Marte na década de 1970. Os arquivos não puderam ser abertos pois, “o software que os lia não existia mais, e […] os técnicos que conheciam o formato estavam todos mortos”.

Esse assunto já foi tema de um artigo publicado nesse blog. Por isso, a recomendação da leitura.

http://blogs.estadao.com.br/link/site-arqueologico/

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Digitalizacao: Produtividade e Sustentabilidade

Aliar tecnologia à organização gera ganhos de produtividade e amplia a agilidade das empresas. Esta premissa, dentro do mercado da tecnologia da informação, já é bem difundida e gera resultados expressivos para as companhias de qualquer segmento.

Na nova era digital, no entanto, as possibilidades cresceram ainda mais e temos hoje um espaço ainda maior para oferecer soluções que ajudam tornar este conceito em realidade.

Atualmente, a tecnologia não se limita a facilitar processos complicados ou que exigem grandes investimentos. Tarefas corriqueiras, como organizar e arquivar documentos, também já dispõem de tecnologias simples e, ao mesmo tempo, eficientes que proporcionam diversas vantagens aos usuários. Cada vez mais as empresas migram para a digitalização de documento e enxergam ali uma série de benefícios, como redução de custos, elevação de ganhos operacionais, simplificação do modelo comercial e facilidade na busca de informações para tomada de decisões.

A agilidade para localização de informações e a integração de dados proporcionada por esta prática deixam qualquer empresa a um passo a frente de seu concorrente, tornando-a competitiva e efetivamente ágil para atender a demanda de seus clientes. Ou seja, medidas simples como a digitalização de documentos pode agregar muito valor ao negócio.

Para cada mercado ou segmento de atuação, as vantagens são específicas. No mercado de private label e cartão de crédito, por exemplo, a ferramenta proporciona agilidade na aprovação de crédito. Quando adquirimos um cartão de crédito que leva o nome da loja, o atendente solicita nossos documentos pessoais, comprovantes de residência e outros dados necessários para efetivar este processo. No modo obsoleto, é preciso fazer uma cópia dos documentos e enviá-las, via malote, para a administradora do cartão analisar os dados e aprovar o pedido de crédito. Consequentemente, o processo pode demorar alguns dias, caso não ocorra nenhum desvio de percurso.

Agora, no modo da era digital, os documentos podem ser digitalizados em um scanner ou multifuncional já existente na loja, e disponibilizados via web para a administradora. Tudo em tempo real. Assim, o que antes levava dias para uma resposta, hoje pode ser feito em apenas alguns minutos.

Este é apenas um exemplo dos atrativos de compartilhar informações armazenadas. Com soluções simples, podemos aumentar a produtividade do nosso negócio e ganhar competitividade no mercado. Além disso, ao optar por uma solução como esta é possível reduzir significativamente o consumo de papel e tonner de tinta de impressora, o que mostra a preocupação com o meio ambiente e a busca pela sustentabilidade nas atividades administrativas.

Cada vez mais, a digitalização de documentos ganha novos adeptos, sendo considerada uma importante ferramenta de gestão dos negócios. Seu uso está se popularizando cada vez mais no cenário empresarial brasileiro, mas ainda há muito a se fazer. A digitalização não trouxe somente produtividade às empresas, mas esta prática iniciou uma nova fase em que todos, principalmente o meio ambiente, se beneficiam e agradecem.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Digitalização de herança cultural



A Dinamarca vai investir, entre 2011 e 2012, 1.6 milhões de euros na digitalização de obras culturais, consideradas fundamentais para o património cultural e a história do país. Este investimento vai abarcar quatro projectos diferentes, que serão desenvolvidos pelo Instituto Dinamarquês do Filme, pela Biblioteca Pública Universitária, pela Biblioteca Real e pelo Museu Nacional de História Natural. Para o ministro dinamarquês da Cultura, Per Stig Moller, a importância deste projecto deve-se ao facto de «ao termos uma herança cultural comum cria-se um quadro de referência na sociedade que permite que as gerações futuras não percam partes da sua história».

Fonte: iGOV Central

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Preservação de E-Documentos para Litigios e Investigações Judiciais


Saiba o que a sua empresa precisa fazer para se proteger de litígios e investigações judiciais

John Mancini, presidente da AIIM (Association for Information and Image Management) divulgou recentemente em seu Twitter um artigo com oito dicas de como as empresas devem fazer a preservação de seus documentos e dados digitais. O artigo abaixo é de John Okonkwo, membro da AIIM.

Para acessar a versão em inglês, clique aqui.

8 Coisas que você precisa saber sobre preservação de e-Documentos para lítigios e investigações judiciais

John Okonkwo*

Visto que órgãos reguladores e tribunais de justiça estão cada vez mais exercendo seus poderes de supervisão, espera-se que eles irão cobrar das organizações responsáveis explicações quanto às avaliações que sustentam seus protocolos de preservação de ESI - Electronically Stored Information - Informações Armazenadas Eletronicamente.

No que diz respeito aos negócios, o impacto causado por este alto nível de investigação, fiscalização regulatória e judicial, as empresas que ignoram os riscos de preservação local e remoto de ESI, assim como o gerenciamento de comunicação da Web 2.0 de seus colaboradores, fazem por sua conta e risco esse controle.

Uma vez que mais de 93% dos registros corporativos são eletrônicos e o volume e os tipos de dados estão cada vez mais diversificados, milhares de documentos eletrônicos têm sido rotineiramente obtidos a partir de todos os locais nos quais uma organização qualquer tenha custódia, controle ou acesso à documentos eletrônicos - seja em Londres, Lima, ou Timbuktu.

A natureza dinâmica de ESI significa que os documentos essenciais/críticos podem ser facilmente substituídos, modificados, destruídos ou corrompidos no curso de sua utilização, não importando se isso acontece acidental ou maliciosamente; o resultado acaba sendo o mesmo - perda de evidências potencialmente relevantes, que podem aumentar multas, sanções penais ou jurídicas por espoliação.

As dicas a seguir trazem orientações úteis:

1 - Cave o seu poço bem antes de sentir sede
Esse provérbio chinês é particularmente oportuno. Seja proativo e estabeleça uma metodologia para a preservação de ESI que seja transparente, documentada e defensável, já que litígios ou investigações regulatórias tendem a ocorrer. Tal processo deve ser gerenciado/conduzido por gestores seniores das áreas de TI, jurídica, registros e conformidade.

2. Defina seu framework de gestão da informação
Implemente um framework de gestão eficaz de informação que assegure que os registros gerados pela empresa sejam guardados e destruídos de uma forma juridicamente compatível. Geralmente esta estrutura irá fornecer uma metodologia consistente e os limiares do volume em que os dados foram eliminados, substituídos ou armazenados fora de linha ou de back-up de sistemas.

3. Preserve metadados
Os metadados associados a um documento eletrônico pode ser tão importante quanto os dados nesse documento, isso porque ele estabelece o contexto em que o conteúdo eletrônico foi criado. Os tribunais e os reguladores esperam que os metadados associados à ESI sejam mantidos intactos.

4. Implemente uma estratégia IOA
Implemente uma estratégia de acesso e organização de informação(IOA – Information Organization and Access) como base principal dos procedimentos acima mencionados. A AIIM (Association for Information and Image Management) possuiu um excelente programa, capaz de aumentar as competências de uma organização no que diz respeito a criar, implementar e administrar um gerenciamento holístico de informação e estratégias de conformidade.

5. Monitore constantemente as práticas de retenção relacionadas à guarda
Os funcionários tendem a armazenar dados da maneira que lhes melhor convir, independentemente da política da empresa. Atualmente, mídias portáteis ou dispositivos de armazenamento podem guardar uma vasta quantidade de dados existentes apenas nestes dispositivos. Juntamente com plataformas de redes sociais de Web 2.0, esses aparelhos podem desempenhar um papel crucial para estabelecimento de relacionamentos, prazos e afins. Lembre-se que dados são manipulados de diferentes formas. Por exemplo, os executivos da Mahogany Row frequentemente implementam sistemas de e-mails privados conhecidos apenas por uma parcela de pessoas. Você deve se proteger contra a ocultação de tais fontes potenciais de ESI.

6. Implemente tecnologia de arquivamento
Estabeleça uma tecnologia de arquivamento que atenda a retenção de dados em evolução e as obrigações de preservação. É importante que este tipo de tecnologia não dependa de arqivo.

7. Centralize e consolide a ESI preservada
Centralize e consolide a ESI preservada em poucos repositórios, caso sua organização seja alvo constante de processos de investigação ou litígio, ou caso você antecipe este tipo de situação. Tal prática irá reduzir o custo e a perturbação normalmente causada por processos do meio digital.

8. Desenvolva um procseso transparente e consistente para a entrada de ESI preservada
Desenvolva um processo transparente e consistente para que a ESI preservada seja reinserida nos arquivos da empresa, tão logo a investigação ou litígio em curso tenham sido concluídos.

*John Okonkwo tem especialização em informações governamentais pela US Attorney e pela UK Solicitor, com foco em e-discovery e e-fraude. Okonkwo é membro da AIIM e da Associação de Certificação de Exames em Fraudes (ACFE).

Qual a sua opinião sobre esta artigo? Deixe seu comentário.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Ausência

Pedimos desculpas pela ausência mas estavamos nos reciclando para o mercado.

amanha nova postagem.... bem interessante.

sábado, 3 de abril de 2010

Certificação Digital (Obtendo)


.... hoje falaremos como obter a Certificacao Digital

Obtendo certificados digitais
Para que possa ser aceito e utilizado por pessoas, empresas e governos, os certificados digitais precisam ser emitidos por entidades apropriadas. Sendo assim, o primeiro passo é procurar uma Autoridade Certificadora (AC) ou uma Autoridade de Registro (AR) para obter um certificado digital. Uma AC tem a função de associar uma identidade a uma chave e "inserir" esses dados em um certificado digital. Para tanto, o solicitante deve fornecer documentos que comprovem sua identificação. Já uma AR tem uma função intermediária, já ela pode solicitar certificados digitais a uma AC, mas não pode emitir esse documento diretamente.
É conveniente que cada nação conte com uma Infra-estrutura de Chaves Públicas (ICP) ou, em inglês, Public Key Infrastructure (PKI), isto é, um conjunto de políticas, técnicas e procedimentos para que a certificação digital tenha amparo legal e forneça benefícios reais à sua população. O Brasil conta com a ICP-Brasil para essa finalidade.
A ICP-Brasil trabalha com uma hierarquia onde a AC-Raiz, isto é, a instituição que gera as chaves das ACs e que regulamenta as atividades de cada uma, é o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI). A ICP-Brasil tem, considerando a data de atualização deste artigo no InfoWester, nove ACs credenciadas:
- Serpro;
- Caixa Econômica Federal;
- Serasa;
- Receita Federal;
- Certisign;
- Imprensa Oficial;
- AC-JUS (Autoridade Certificadora da Justiça);
- ACPR (Autoridade Certificadora da Presidência da República);
- Casa da Moeda do Brasil.
São essas instituições que devem ser procuradas por quem deseja obter certificado digital legalmente reconhecido no Brasil. Note que cada uma dessas entidades pode ter critérios distintos para a emissão de certificados, o que inclusive resulta em preços diferentes, portanto, é conveniente ao interessado saber qual AC é mais adequada às suas atividades. Repare também que essas entidades podem ter ACs "secundárias" ou ARs ligadas a elas.

Tipos de certificados da ICP-Brasil
A ICP-Brasil oferece duas categorias de certificados digitais: A e S, sendo que cada uma se divide em quatro tipos: A1, A2, A3 e A4; S1, S2, S3 e S4. A categoria A é direcionada para fins de identificação e autenticação, enquanto que o tipo S é direcionado a atividades sigilosas. Vejas as características que tornam as versões de ambas as categorias diferentes entre si:
A1 e S1: geração das chaves é feita por software; chaves de tamanho mínimo de 1024 bits; armazenamento em dispositivo de armazenamento (como um HD); validade máxima de um ano;
A2 e S2: geração das chaves é feita por software; chaves de tamanho mínimo de 1024 bits; armazenamento em cartão inteligente (com chip) ou token (dispositivo semelhante a um pendrive); validade máxima de dois anos;
A3 e S3: geração das chaves é feita por hardware; chaves de tamanho mínimo de 1024 bits; armazenamento em cartão inteligente ou token; validade máxima de três anos;
A4 e S4: geração das chaves é feita por hardware; chaves de tamanho mínimo de 2048 bits; armazenamento em cartão inteligente ou token; validade máxima de três anos.
Os certificados A1 e A3 são os mais utilizados, sendo que o primeiro é geralmente armazenado no computador do solicitante, enquanto que o segundo é guardado em cartões inteligentes (smartcards) ou tokens protegidos por senha.

e-CPF e e-CNPJ
Falar de certificação digital no Brasil frequentemente remete a duas importantes iniciativas: o e-CPF e o e-CNPJ. O primeiro é, essencialmente, um certificado digital direcionado a pessoas físicas, sendo uma espécie de extensão do CPF (Cadastro de Pessoa Física), enquanto que o segundo é um certificado digital que se destina a empresas ou entidades, de igual forma, sendo um tipo de extensão do CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica).

Ao adquirir um e-CPF, uma pessoa tem acesso pela internet a diversos serviços da Receita Federal, muitos dos quais até então disponíveis apenas em postos de atendimento da instituição. É possível, por exemplo, transmitir declarações de imposto de renda de maneira mais segura, consultar detalhes das declarações, pesquisar situação fiscal, corrigir erros de pagamentos, entre outros. No caso do e-CNPJ, os benefícios são semelhantes.
O e-CPF e o e-CNPJ estão disponíveis nos tipos A1 e A3.
É importante destacar que o e-CPF e o e-CNPJ não são gratuitos. Sua aquisição deve ser feita em entidades conveniadas à Receita Federal, como Certisign e Serasa. Os preços não são padronizados, variando de acordo com a empresa e com o tipo de certificado (A1 ou A3).

Finalizando
Antes do encerramento deste artigo, eis uma observação: você viu neste texto que é graças à ICP-Brasil que as certificações digitais no país são amplamente aceitas e utilizadas, especialmente do ponto de vista legal. No entanto, vale frisar que qualquer instituição pode criar sua própria ICP, independente de seu porte. Por exemplo, se uma empresa criou uma política de uso de certificados digitais unicamente para a troca de informações entre a matriz e sua filiais, não necessita solicitar tais certificados a uma AC controlada pela ICP-Brasil. A própria empresa pode criar sua ICP e fazer, por exemplo, com que um departamento das filiais atue como AC ou AR, solicitando ou emitindo certificados para seus funcionários.
No mais, se você quiser conhecer mais detalhes sobre certificação digital no Brasil, acesse o site do ITI: www.iti.gov.br.
Nele, é possível conseguir acesso a documentos sobre legislação, procedimentos, resoluções, entre outros, assim como obter notícias e orientações sobre o assunto.

Até a Proxima....

sexta-feira, 2 de abril de 2010

CERTIFICAÇÃO DIGITAL


Há tempos que as pessoas utilizam assinaturas à caneta, carimbos, selos, entre outros recursos, para comprovar a autenticidade de documentos, expressar concordância com determinados procedimentos, declarar responsabilidades, etc. Hoje, muitas dessas atividades podem ser feitas através da internet. Mas, como garantir autenticidade, expressar concordância ou declarar responsabilidade no "mundo eletrônico"?
É aí que entra em cena a certificação digital e conceitos relacionados, como assinatura digital. Nas próximas linhas você verá uma explicação com os principais pontos que envolvem esses recursos.

O que é certificação digital?

A internet permite que indivíduos, empresas, governos e outras entidades realizem uma série de procedimentos e transações de maneira rápida e precisa. Graças a isso, é possível fechar negócios, emitir ou receber documentos, acessar ou disponibilizar informações sigilosas, economizar dinheiro evitando processos burocráticos, entre outros. No entanto, da mesma forma que os computadores oferecem meios para tudo isso, podem também ser usados por fraudadores, o que significa que tais operações, quando realizadas por vias eletrônicas, precisam ser confiáveis e seguras. A certificação digital é capaz de atender à essa necessidade.
A certificação digital é um tipo de tecnologia de identificação que permite que transações eletrônicas dos mais diversos tipos sejam feitas considerando sua integridade, sua autenticidade e sua confidencialidade, de forma a evitar que adulterações, interceptações ou outros tipos de fraude ocorram.

Como funciona a certificação digital?

A certificação digital funciona com base em um documento eletrônico chamado certificado digital e em um recurso denominado assinatura digital. É conveniente compreender primeiro este último, para melhor compreensão.

O que é Assinatura digital?
Imagine-se na seguinte situação: você está em uma viagem de negócios e precisa enviar documentos sigilosos à matriz de sua empresa. Dada a distância, o jeito mais rápido de fazer isso é utilizando a internet.
No entanto, se você optasse por enviar esses documentos em papel, certamente os assinaria à caneta para comprovar a autenticidade e a sua responsabilidade sobre eles. Além disso, provavelmente utilizaria um serviço de entrega de sua confiança e o instruiria a deixar os documentos apenas com a pessoa ou o setor de destino.
Mas, como colocar em prática essas medidas quando se usa documentos eletrônicos? Digitalizar sua assinatura através de um scanner não é uma boa ideia, afinal, qualquer pessoa pode alterá-la em programas de edição de imagem. Enviar os documentos sem qualquer proteção via e-mail também tem seus riscos, já que alguém pode interceptá-los. O jeito então é utilizar uma assinatura digital.
A assinatura digital é um mecanismo eletrônico que faz uso de criptografia, mais precisamente, de chaves criptográficas.
Chaves criptográficas são, em poucas palavras, um conjunto de bits baseado em um determinado algoritmo capaz de cifrar e decifrar informações. Para isso, pode-se usar chaves simétricas ou chaves assimétricas, estas últimas também conhecidas como chaves públicas.
Chaves simétricas são mais simples, pois com elas o emissor e o receptor utilizam a mesma chave para, respectivamente, cifrar e decifrar uma informação.
As chaves assimétricas, por sua vez, trabalham com duas chaves: a chave privada e a chave pública. Nesse esquema, uma pessoa ou uma organização deve utilizar uma chave de codificação e disponibilizá-la a quem for mandar informações a ela. Essa é a chave pública. Uma outra chave deve ser usada pelo receptor da informação para o processo de decodificação. Essa é a chave privada, que é sigilosa e individual. Ambas as chaves são geradas de forma conjunta, portanto, uma está associada a outra.
Note que esse método é bastante seguro, pois somente o detentor da chave privada conseguirá desfazer a cifragem realizada com a respectiva chave pública. Com chaves simétricas, os riscos são maiores, já que uma única chave é utilizada para cifragem e decifragem, aumentando consideravelmente as possibilidades de extravio ou fraudes. É por esta razão que chaves públicas são utilizadas em assinaturas digitais.
Em sua essência, o funcionamento das assinaturas digitais ocorre da seguinte forma: é necessário que o emissor tenha um documento eletrônico e a chave pública do destinatário. Através de algoritmos apropriados, o documento é então cifrado de acordo com esta chave pública. O receptor usará então sua chave privada correspondente para decifrar o documento. Se qualquer bit deste for alterado, a assinatura será deformada, invalidando o arquivo.

Na verdade, o processo de assinatura digital de documentos eletrônicos usa um conceito conhecido como função hashing. Como o uso de algoritmos de chaves públicas nas assinaturas digitais pode causar muita demora em um processo de decifragem, a função hashing se mostra como a solução ideal. Seu funcionamento ocorre da seguinte forma: o algoritmo da função hashing faz com que todo o documento a ser assinado seja analisado e, com base nisso, um valor de tamanho fixo é gerado. Trata-se do valor hash ou resumo criptográfico.
Com isso, o emissor usa sua chave privada e a chave pública do receptor para assinar digitalmente o documento. Se este sofrer qualquer alteração, por menor que seja, seu valor hash será diferente. Como consequência, o receptor receberá um documento inválido, já que sua chave só conseguirá lidar com o arquivo com o valor hash original.

O que é Certificado Digital?

Agora que você já sabe que o é assinatura digital, fica mais fácil compreender o certificado digital. Basicamente, trata-se de um documento eletrônico com assinatura digital que contêm dados como nome do utilizador (que pode ser uma pessoa, uma empresa, uma instituição, etc), entidade emissora (você saberá mais sobre isso adiante), prazo de validade e chave pública. Com o certificado digital, a parte interessada obtém a certeza de estar se relacionando com a pessoa ou com a entidade desejada.
Um exemplo de uso de certificados digitais vem dos bancos. Quando uma pessoa acessa sua conta corrente pela internet, certificados digitais são usados para garantir ao cliente que ele está realizando operações financeiras com o seu banco. Se o usuário clicar no ícone correspondente no navegador de internet, poderá obter mais detalhes do certificado. Se algum problema ocorrer com o certificado - prazo de validade vencido, por exemplo -, o navegador alertará o usuário.
É importante frisar que a transmissão de certificados digitais deve ser feita através de conexões seguras, como as que usam o protocolo Secure Socket Layer (SSL), que é próprio para o envio de informações criptografadas.

No Prox. Post vamos mostrar como obter a certificacao digital.....Abraços

sexta-feira, 26 de março de 2010

Fujitsu amplia linha de scanners ScanSnap


O modelo S1300 portátil provê aos usuários novos recursos de produtividade e maior versatilidade.

A Fujitsu, fabricnate de scanners de documentos, lança um novo membro da família de produtos portáteis ScanSnap. O Fujitsu ScanSnap S1300 é um scanner portátil de última geração que suporta múltiplas folhas e proporciona a mesma operação de digitalização simples e confiável, via botão, oferecida por seus antecessores. Dotado de recursos de produtividade aprimorados e maior versatilidade, também é o primeiro scanner ScanSnap concebido para total funcionalidade multiplataforma em PCs e Macs.

O ScanSnap S1300 é otimizado para operação com um PC ou Mac e compacto o suficiente para digitalizar documentos de escritório com facilidade e eficiência em situações de deslocamento. Proporciona aos usuários domésticos e profissionais de negócio que viajam com freqüência, a experiência de digitalização mais produtiva em casa ou em trânsito.

“Após o lançamento bem-sucedido do ScanSnap S300 e S300M, antecessores do ScanSnap S1300, tornou-se importante oferecermos aos usuários domésticos e profissionais ainda mais funcionalidade de digitalização e flexibilidade de plataforma por meio desta nova solução”, disse Nelson Yassuo Osanai, Diretor Comercial da Fujitsu do Brasil para produtos de imagem de documentos. “O novo scanner ScanSnap S1300, seja digitalizando contratos, recibos, contas, faturas ou cartões de visitas em trânsito ou utilizando um PC em um local e um Mac em outro, provê as ferramentas para que os usuários fiquem cada vez mais produtivos e informatizados em qualquer lugar, independentemente do computador empregado.”



Novos Recursos de Produtividade

Com os scanners série ScanSnap S300, a Fujitsu foi a primeira empresa a disponibilizar digitalização de múltiplas folhas no modo duplex em um scanner portátil com alimentação USB. Agora, o ScanSnap S1300 de última geração oferece ainda mais inteligência, produtividade e flexibilidade. Principais recursos novos do ScanSnap S1300:

Qualidade Automática: Quando o modo Auto está selecionado sob Image Quality, o ScanSnap aumenta a resolução de documentos curtos (até A6) para garantir que as letras miúdas em documentos pequenos continuem legíveis e pesquisáveis.

Função de Marcação de Texto: Uma caneta marca texto comum pode ser utilizada em um documento em preto e branco para criar automaticamente palavras-chave pesquisáveis do texto destacado, tal como o número de uma fatura ou um sobrenome.

ABBYY FineReader for ScanSnap: O ABBYY FineReader for ScanSnap, software para reconhecimento ótico de caracteres, torna os usuários produtivos ao converter documentos de escritório em arquivos editáveis do Word e do Excel rapidamente, com um simples toque em um botão.

Suporte a Escala de Cinza: Além de detectar cor e preto e branco automaticamente, agora digitaliza imagens ou texto em escala de cinza. É um recurso de especial importância para imagens ou textos pequenos em cartões de visitas e pequenos recibos, que normalmente contêm letras miúdas.

Suporte a Documentos Longos: O ScanSnap S1300 digitaliza documentos até 86 cm, suportando uma gama mais ampla de documentos, tais como longos recibos de supermercado ou extensos contratos de aluguel.



Maior Versatilidade em Trânsito

O ScanSnap S1300 vem com software para PC e para Mac. Quem utiliza ambos os sistemas pode otimizar o scanner para qualquer uma das plataformas com igual facilidade, tornando-o ainda mais portátil e versátil. Software incluso:

ScanSnap Organizer 4.1 (PC): Oferece aos usuários de PC uma maneira conveniente de armazenar, gerenciar e visualizar arquivos PDF e JPEG, bem como realizar edição pós-digitalização, entrada de palavras-chave e conversão para PDF pesquisável.

CardMinder 4.1 (PC): Proporciona um meio rápido de capturar ambos os lados de um cartão de visitas, extrair as informações automaticamente e exportá-las para o Outlook, Excel, Act! e outros gerenciadores de contatos.

Scan to Functions (PC): Oferece uma maneira fácil de digitalizar para uma pasta, anexar imagens digitalizadas a um e-mail, enviar imagens digitalizadas para uma impressora ou digitalizar diretamente para o Microsoft SharePoint, aumentando a eficiência.

ScanSnap Manager (Mac e PC): Os usuários de Mac e PC podem criar arquivos PDF pesquisáveis com o apertar de um botão, acessar recursos inteligentes e personalizar configurações de digitalização (perfis), obtendo resultados sofisticados com uma operação simples.

Scan to Functions (Mac): Oferece gerenciamento flexível de arquivos PDF, arquivos PDF pesquisáveis e arquivos JPEG. Permite salvar conteúdo em uma pasta, uma pasta em rede, no iPhoto e até diretamente em uma conta iDisk.

Cardiris 3.6 (Mac): Os usuários de Mac têm a conveniência de digitalizar cartões de visitas e exportar as informações de contatos diretamente para o Address Book ou o Entourage.



O ScanSnap S1300 traz outros recursos que dão continuidade ao legado de inteligência, qualidade e facilidade de uso do ScanSnap:

Velocidades de digitalização de até 8 páginas por minuto em cores, frente e verso

Alimentador automático de documentos (AAD) acomodando 10 páginas (tamanho carta)

Arquivos PDF pesquisáveis via botão: converte dados digitalizados em arquivos PDF pesquisáveis que permitem aos usuários encontrar com rapidez e facilidade os documentos que foram digitalizados.

Funções de envio de imagens digitalizadas por e-mail, para uma pasta ou para impressão (Scan to Email, Scan to Folder & Scan to Print)

Detecção automática do tamanho do papel: de 50,8 mm x 50,8 mm a ofício

Realinhamento (de-skew) e orientação automáticos

Detecção e remoção automáticas de páginas em branco

Tamanho compacto (1,400 kg)

Pode ser alimentada via USB (cabos USB e cabo de força inclusos)

Conformidade com o padrão ENERGY STAR® e Restrição de Substâncias Perigosas (Restriction of Hazardous Substances -- RoHS)



“Quem viaja a negócios regularmente ou compartilha dispositivos entre os computadores do trabalho e de casa necessita de um sistema de digitalização portátil, que ofereça fácil operação, qualidade de processamento de imagem e flexibilidade de plataforma”, prosseguiu Osanai. “Com novos recursos de produtividade, dupla funcionalidade PC/Mac e performance multipágina, o novo ScanSnap S1300 enfatiza o compromisso da Fujitsu de criar produtos de ponta voltados às necessidades dos nossos usuários.”

O modelo já se encontra disponível por meio de distribuidores e revendas autorizadas da Fujitsu no Brasil e vem com garantia de 1 ano balcão contra defeito de fabricação

Extraido do Site Da Revista Document Management.........

domingo, 21 de março de 2010

Ferramenta Eficiente

A digitalização de documentos tem-se tornado cada vez mais uma ferramenta eficiente quando se trata de melhoria de processos de negócios que implicam acessar documentos em papel.

E em todos os casos em que a digitalização tem sido implantada, dois cenários possíveis devem ser analisados: A digitalização será realizada onde se geram ou recepcionam os documentos; ou os documentos serão enviados a uma central ou sub-centros de digitalização.

As vantagens e desvantagens, como em qualquer solução, devem ser analisados com muito critério, para garantir o sucesso da implantação de qualquer ferramenta de digitalização. São vários os pontos a serem analisados e podemos listar os principais: Qual a urgência no processamento das informações contidas no documento?
Qual a qualidade dessa imagem? como a mesma será utilizada após a captura? Os profissionais que utilizarão as imagens conhecem o sistema que estão usando? dentre tantas outras... O importante é realmente termos a consciencia e o conhecimento do processo que estamos utilizando........

abracos a todos,

quinta-feira, 18 de março de 2010

Digitalização da Justiça Federal recebe investimentos no valor de R$ 154 milhões


Meta é ter todos os tribunais interligados virtualmente até fevereiro de 2010

O projeto de digitalização de todos os processos Justiça Federal brasileira recebe investimentos de R$ 154 milhões, verba proveniente do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal. Na última semana, teve início a segunda etapa do projeto Era Virtual, que irá interligar virtualmente até o dia 15 de fevereiro de 2010 todos os tribunais de justiça do país.

Por meio do termo de cooperação entre o Superior Tribunal de Justiça (STJ), o Conselho da Justiça Federal (CJF) e os cinco tribunais regionais federais (TRF) todos os processos armazenados nos tribunais serão digitalizados gradativamente. Até o momento já foram interligados 27 tribunais estaduais e federais. Os últimos tribunais a aderirem a chamada virtualização foram os de Justiça de Mato Grosso e Bahia, além do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3).

O acervo já conta com cerca de 110 mil processos digitais, o que representa um terço dos processos em andamento no Tribunal.

terça-feira, 16 de março de 2010

O que esperar no mundo do ECM?

Além das previsões feitas por inúmeras bolas de cristal, o que podemos esperar realmente de concreto para este ano no mundo do Ged e do ECM?

Em tempo de agitações no mercado financeiro mundial, onde os novos investimentos deverão seguir tendências, novas tecnologias deverão surgir talvez não com tanta intensidade como a dos anos passados, mas sim em menor número e diretamente alinhadas e direcionadas ás novas necessidades das empresas.

Tanto os investimentos em desenvolvimento pelos fornecedores destas novas tecnologias, bem como os investimentos das empresas adquirentes serão, em ambos os casos, criteriosamente analisados, avaliando o custo e o tempo de retorno do investimento, fator esse primordial para a tomada da decisão.

Os fabricantes que não optarem no desenvolvimento de novas tecnologias; bem como as empresas que não decidirem pelo investimento nestas tecnologias seguirão uma tendência natural no aprimoramento de seus produtos e das tecnologias já utilizadas, com o objetivo de obter melhores resultados, junto a cada área de negócio, dos produtos e das tecnologias.

No que se refere à tecnologia de ECM e GED, o mercado deverá voltar as atenções com uma visão diferenciada buscando um maior alinhamento das tecnologias já existentes com a demanda interna gerada pelas necessidades especificas das empresas.

Naturalmente o GED terá um crescimento mais acentuado, comparado aos anos anteriores, devido a esta nova necessidade. As novas demandas serão as mais diversificadas possíveis envolvendo particularmente cada departamento das empresas.

O grande desafio para o sucesso da implantação de um sistema de GED nas empresas será na adequação da ferramenta de conformidade com a necessidade do negócio. Este trabalho deverá ser feito a quatro mãos entre fornecedor e cliente, já que quem conhece a ferramenta como ninguém, é o fornecedor; por sua vez é o cliente quem conhece a fundo o detalhe do negócio. Seguindo este conceito básico teremos resultados expressivos na implantação dos projetos.

Os fornecedores terão que ter em mente que uma vez feita esta abertura de possibilidades pelos clientes, eles deverão focar exclusivamente nas necessidades do cliente buscando ofertar ferramentas adequadas, há um custo competitivo de mercado objetivando facilitar os processos atuais existentes, por conseqüência alcançando os resultados esperados de imediato.

Uma vez seguida esta estratégia, outros projetos de GED naturalmente irão surgir sustentados no resultado do projeto inicial. Após a consolidação e principalmente a quebra de paradigmas das empresas perante a utilização destas ferramentas de GED naturalmente terão elas uma tendência na utilização da um ferramenta de ECM, uma vez que já estarão familiarizadas com o GED.

Os mais pessimistas diriam “Se os investimentos das empresas para expansão do próprio negócio estão sendo reduzidos imagine o que vai ocorrer com os investimentos em tecnologia que propriamente não fazem parte diretamente do negócio; estes nunca existirão”.

Os mais otimistas diriam “Diante deste novo cenário a tecnologia servirá como alicerce de sustentação, onde as tecnologias entre elas de GED e ECM terão um papel fundamental no novo cenário despontado entre as tecnologias mais utilizadas.”

Já os realistas, classe na qual humildemente eu me incluo diriam :”Desde que o mundo surgiu, de uma forma cíclica, houveram momentos de fartura como também momentos de escassez porém em todos esses momentos de uma forma linear e constante continuaram a surgir oportunidades e negócios que foram aproveitadas e desenvolvidas como se nada estivesse acontecendo ao seu redor”.

Isto se resume a uma única frase “Mais um grande trabalho bem Feito independentemente do tamanho da crise”.


Por José Antonio Galves - Revista Document Management

quinta-feira, 11 de março de 2010

Final de um Ciclo..........

Como muitas pessoas na semana passada eu recebi um e-mail do Cenadem, informando que a instituição estaria encerrando as suas atividades. Como em um tom de despedida o e-mail continha a seguinte frase “Não se encerra uma história, encerra-se um ciclo”.

Não é preciso dizer que o Sr. Antonio Paulo de Andrade e Silva foi o precursor do Ged no Brasil. Que ele acreditou veementemente que este tipo de Tecnologia despontaria no país em um futuro próximo, trazendo ganhos significativos as empresas.

Sem dúvida além de um homem visionário ele conseguiu alinhar a inovação tecnológica com as futuras necessidades das empresas. O que realmente era muito difícil na época, uma vez que o uso da tecnologia estava restrito á um nicho específico de mercado.

Mesmo que o Cenadem tenha “encerrado” as suas atividades a disseminação do uso desta tecnologia perpetuará através de cada aluno treinado, através de cada empresa premiada,através de cada livro publicado e por que não dizer através dos seus diretores que de alguma forma contribuíram em muito com instituição.

Ao mesmo tempo em que o Cenadem encerra as suas atividades a DocumentManagement já algum tempo vem desenvolvendo um excelente trabalho no aprimoramento desta tecnologia.Seja através da AIIM Expo, do EcmConection ou da revista, constantemente ela vem investindo e inovando no uso e na disseminação deste conhecimento.O que é muito importante para o fortalecimento da tecnologia.

Uma vez que a tecnologia já exista, se o conhecimento não for disseminado e compartilhado ela não perpetuará, mesmo que esta tecnologia traga benefícios diretos ou indiretos às empresas. Se ninguém utiliza - lá ela simplesmente deixara de existir.

Ao Cenadem parabéns pelo pioneirismo e pelo excelente trabalho realizado. Já a DocumentManagement tenho a absoluta certeza que vocês estão no caminho certo e que muito em breve recolherão o fruto da semente plantada.

terça-feira, 9 de março de 2010

GESTAO DOCUMENTAL

Todo os dias, empresas perdem informações preciosas por não darem atenção á preservação do seu conteúdo. São milhões de Reais jogados no lixo por nao se investir na implementação de uma metodologia de gestão documental que consiga manter e preservar o que as empresas possuem de mais valioso: Seu conteúdo.
É necessário entender que o histórico das empresas consiste de tudo o que foi feito por ela nos seus anos de vida: é uma enciclopédia completa de conquistas, benefícios, clientes, produtos e serviços. Muitos profissionais encaram a história empresarial, no mais diferentes formatos, apenas como um depósito de Ácaros. O ideal seria que os gestores de diferentes segmentos entendessem, definitivamente, a importancia de se preservar a vida informacionaldas companhias por meio de transformação de arquivos analógicos em digitais. A prática além de conferir grande diferencial competitivo as corporações, agiliza os processos internos e reduz o tempo gasto na localização de documentos. Um dos caminhos para se atingir esse patamar é a adoção de Sistemas de Gerenciamento Eletrônico de Documentos (GED), que resultam em práticas mais eficazes de gestão dos processos internos, e especialmente, de comunicação interna e das empresas com o mercado em que atuam.
Executar um projeto de Gestão Documental, sabe que terá grande desafios pela frente, mas o seu resultado final e os beneficios desse trabalho será a maior recompensa.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

32 ou 64 Bits? Você sabe a diferença?

Você sabe as diferenças entre 32 bit e 64 bit? Sabe quais as vantagens e desvantagens de se ter um processador ou um sistema operacional em um ou outro padrão? Bom... para começar, é bom entender que bit é uma unidade. Do mesmo jeito que os metros servem para medir distâncias, o bit serve como medida de informação digital. Teoricamente, o processador de 64 bit pode processar o dobro de bits que um processador de 32 bit ao mesmo tempo. Isso é até meio óbvio. Outra vantagem dos processadores de 64 bit é que eles conseguem gerenciar muito mais memória RAM. Os de 32bit só trabalham com o máximo de 4 giga, número baixo se levarmos em consideração as exigências de alguns programas que já fazem parte do nosso dia-a-dia. Só que para todo esse potencial seja aproveitado ao máximo, é necessário que o seu sistema operacional também opere em 64bit. Por isso mesmo, o Windows XP, o Vista e, mais recentemente, o Windows 7, oferecem as 2 possibilidades.
Até pouco tempo, por mais que você tivesse um processador e um sistema operacional rodando em 64 bit, ainda enfrentaria problemas. É que a maioria dos programas disponíveis no mercado ainda não tinha se adaptado à nova realidade. Hoje, quase todos os softwares já rodam na nova plataforma. Portanto, é bom que você dê preferência a um processador 64bit e a um sistema operacional 64bit a partir de agora. Aliás, os processadores de 32 bit, tão fortes no mercado até pouquíssimo tempo, já estão caminhando para o esquecimento. E você sabe se o seu processador já é 64bit? Para descobrir estas e outras informações a respeito do seu chip, como velocidade, família e tecnologia empregada, clique no link em destaque acima desse texto e baixe o CPU-Z, um programa gratuito que te informa todos esses detalhes. Clique lá!

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Executivos vem Exageros no personagem do filme Amor Sem Escalas

No filme Amor Sem Escalas, em cartaz no Brasil, o ator norte-americano George Clooney encarna Ryan Bingham, um executivo viciado em trabalho e que vive uma vida cheia de luxos. Mas no mundo real, as coisas não funcionam bem assim. Ele é um executivo boa pinta, viaja a trabalho de primeira classe para vários cantos do mundo e é membro de elite de todos os programas de fidelidade existentes.

Ryan Bingham é um super executivo que optou por um estilo de vida sem vínculos emocionais. Seu dia a dia é em meio a aeroportos, hotéis e carros alugados. Ou seja, nada é permanente. Tudo de que Ryan precisa cabe em uma mala de mão. Mas como a vida não é um mar de rosas – nem mesmo nos filmes (ao menos não antes do happy end) –, o sujeito passa a andar sobre uma corda bamba sem rede de proteção. E por rede, leia-se também a social: ele não tem esposa ou filhos ou amigos pessoais.

Será que, no mundo de verdade, alguém como Ryan Bingham seria feliz? “Ele passa a ideia de que sim”, responde Selma Lancman, professora do Departamento de Terapia Ocupacional da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), e que viu no filme algumas semelhanças entre o personagem e os executivos reais. “Ele valoriza esse estilo de vida. Mas, de outro lado, tem uma hora que bate uma solidão.”

Em outras palavras, a ficha cai. E, segundo a pesquisadora, é nesse ponto que a vida imita a arte. “Esse tipo de profissional não tem rede de relações sociais. Se ele tem filhos, a relação com eles é distante; se é casado, na hora em que ele se volta para a sua vida pessoal o casamento acaba – porque é uma relação que também se mantém sobre essa distância. Então as redes sociais, as redes de suporte desse executivo estão totalmente comprometidas.”

O consultor e coach Emerson A. Ciociorowski, autor do livro Executivo, O Super-Homem Solitário, complementa dizendo que, do lado das empresas, esse superexecutivo, como o interpretado por Clooney, não está mais no topo da lista. “As organizações que são líderes de mercado, que estão preocupadas com sua perenidade, não querem ter executivos dessa natureza”, afirma Ciociorowski. “Porque esse indivíduo não é um ser completo, ele tem pouca duração e a capacidade dele, com o tempo, acaba ficando limitada.”

Vida sem glamour

Como será que os próprios executivos enxergaram esse personagem? Quais as possíveis consequências para o estilo de vida adotado por ele? Eduardo Giacomazzi, 41 anos, dono da Sher Marketing, empresa de consultoria, treinamento e planejamento em São Paulo, prefere não julgar Ryan Bingham. “De um modo geral, o senso comum seria achar que a vida dele é uma droga”, diz. “Um cara que viaja para lá e para cá etc... Mas ele faz uma pessoa que está atrás de um objetivo.” O empresário tem em comum com o personagem a necessidade de viajar constantemente a trabalho – e o gosto por isso, ele admite.

Mas, por outro lado, não se reconhece no esforço para afastar laços afetivos que se vê no filme. “Eu já fiquei nessa vida de correr para cima e para baixo diariamente, pelo Brasil inteiro”, conta. “Mas hoje não. As oportunidades surgem, eu viajo bastante, mas escolho bem para onde ir e o que fazer.” Outro ponto que Giacomazzi afirma não ter nada a ver com o mundo real é o universo de privilégios pelo qual se movimenta o personagem principal de Amor Sem Escalas. “Esse glamour do mundo dos negócios, se hospedar no Hilton, viajar de primeira classe, isso não existe”, ressalta. “Viajar dessa forma é pauleira. Quando eu saí do cinema até disse para a minha namorada que fiquei nessa vida durante dois anos, mas não quero isso para mim.”

Pai de dois filhos, um de sete anos e outro de dois anos, o sócio de Eduardo na empresa, Jaime Jimenez também tem suas reservas quando o assunto é comparar a ficção com a realidade no mundo dos negócios. “Teve um lado com o qual você se identifica com o filme, porque tem a logística toda, as situações que ele passa, a questão de você chegar em casa depois de duas semanas fora, ou seja, tem um aspecto que é muito parecido. Mas têm outras coisas que são mais para inglês ver.”

Entre elas, segundo Jimenez está a disposição do personagem em viver, já na casa dos 40 anos, com o ritmo acelerado de um profissional em início de carreira. “Isso de ficar viajando muito é legal quando você é solteiro e está começando”, conta. “Mas quando você já tem namorada, filhos, vida social, às vezes a sua vontade é voltar logo. Balada todo mundo gosta, mas não é uma coisa que passe a ser seu estilo de vida.”

por Julio Caldeira

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Tecla Windows no Teclado



Tecla do Windows veja o que ela é capaz.....

Tecla Windows. Ela nunca foi tão útil quanto nessa nova versão do sistema operacional. Nas versões anteriores, algumas combinações já eram possíveis, mas agora, ela ganhou outras funções que facilitam o manuseio e fazem com que o usuário ganhe tempo. Quer ver?

Experimente a combinação Windows + seta para a direita. A janela que estava em primeiro plano vai, automaticamente, para a metade direita da tela. Selecione outra janela e, dessa vez, aperte Windows + seta para a esquerda. Veja só. A tela ficou dividida ao meio, com cada janela para um lado. Isso é ideal para quem gosta de utilizar duas aplicações ao mesmo tempo. A combinação Windows + seta pra cima maximiza a janela, e Windows + seta pra baixo minimiza o que estava em primeiro plano.

Se o botão Windows for apertado junto com a tecla de espaço, todas as janelas somem da tela e a área de trabalho é mostrada. Isso é muito útil caso você queira ver algo que esteja no desktop, sem precisar minimizar uma por uma. O mesmo efeito pode ser conseguido ao repousar o mouse aqui, no cantinho direito. Agora, experimente clicar em alguma janela e chacoalhar o mouse. Olha só. Tudo é minimizado, menos o programa selecionado. Legal, né? Isso também pode ser feito via teclado, apertando simultaneamente os botões Windows e Home.

Agora, com o Windows 7, cada item na barra de tarefas é associado a um número. O mais perto do botão iniciar é o 1. O item logo em seguida é o 2, e assim sucessivamente. Se você apertar a tecla Windows + algum número, aquele programa vai para o primeiro plano. Já a combinação Windows + Shift + algum número vai executar uma nova janela daquela aplicação. Windows + T e você percorre pelos itens da barra de tarefas. E se você tem problemas com letras pequenininhas, experimente Windows e a tecla +. O zoom digital aproxima a região onde o mouse estiver repousado. Para voltar ao zoom original, é só apertar Windows e a tecla -.

Veja logo abaixo uma lista com outras dicas de como utilizar a tecla Windows:

• Win+Home: Deixa aberta apenas a janela ativa
• Win+Space: Todas as janelas ficam transparentes, e o usuário consegue enxergar o desktop
• Win+Seta para cima: Maximiza a janela atual
• Shift+Win+Seta para cima: Maximiza a janela atual na posição vertical
• Win+Seta para baixo: Minimiza a janela / volta ao tamanho original se maximizada
• Win+seta esquerda / direita: leva a janela para cada metade da tela
• Shift+Win+seta direita / esquerda: Leva a janela para o monitor da direita ou da esquerda (em caso de monitor duplo)
• Arrastar a janela para o topo: maximiza
• Arrastar a janela para a esquerda ou direita: faz com que ela ocupe metade direita / esquerda da tela
• Chacoalhar a janela com o mouse: minimiza tudo, menos a janela selecionada
• No Windows 7, se você usar a tecla Windows com algum número, é possível interagir com as aplicações da taskbar. Por ex: Win + 4 vai abrir o 4. programa, contado da esquerda para a direita. Windows + Alt + 4 mostra o jumplist do mesmo aplicativo.
• Shift+Win+número (1-9): Abre uma nova janela daquele aplicativo
• Ctrl+Win+número (1-9): Alterna entre as janelas já abertas daquele aplicativo
• Alt+Win+número (1-9): Abre a jumplist daquele aplicativo
• Win+T: Passeia pelos ítens da taskbar
• Win+B: mostra os aplicativos da direita da taskbar
• Ctrl+Shift+N: Cria uma nova pasta no Windows Explorer
• Alt+Up: Sobe um nível de pastas no Windows Explorer
• Win+(+/-): Zoom in/out
• Win+G: Alterna entre os gadgets da sua tela

Fonte: Olhar Digital....
Aguardo os seus comentários!!!

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Digitalização do STJ é primeiro passo para um Judiciário totalmente informatizado

O ex-secretário da Receita Federal e atual sócio da consultoria fiscal Logos, Everardo Maciel, afirmou que o esforço de digitalização do Superior Tribunal de Justiça (STJ) é o primeiro passo para o Judiciário brasileiro vir a ser totalmente informatizado. “Não há como pensar, hoje, em processo de qualquer natureza que não seja por meio eletrônico, sobretudo se levarmos em consideração a perspectiva concreta de maior acesso à Justiça por parte da população e de maior celeridade por parte dos tribunais”, afirmou.

Maciel integra a comissão julgadora do Prêmio Innovare, concedido pelo instituto de mesmo nome, que premiou o STJ pelo projeto “STJ na Era Virtual”, considerado a melhor prática, na categoria tribunal, implementada no ano de 2009. O projeto tem como meta a virtualização completa da tramitação dos processos a partir de março.

Maciel foi o principal responsável pelo programa de informatização da Receita Federal, que resultou no envio da declaração do imposto de renda (IR) pela internet. Ele compara o que ocorreu com a Receita e o processo de informatização do Judiciário. Na época em que as declarações do IR começaram a ser feitas via internet muitas pessoas demonstraram ceticismo e até rejeitaram a idéia. Hoje, não se fala mais em declaração no formato impresso. “O mesmo vai acontecer com o Judiciário. Mesmo os tribunais com varas localizadas nos mais distantes locais do país vão sentir necessidade de se informatizar, pois perceberão que não existe outro caminho. Chegou a hora do processo eletrônico no Judiciário ser disseminado em todo o Brasil e coube ao STJ, de forma competente, dar o primeiro passo neste sentido”, concluiu.

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domingo, 24 de janeiro de 2010

Retorno

Olá a Todos, estive ausente por algum tempo..... Afinal ninguem é de ferro... Ferias merecidas .... Espero poder a toda semana estar trazendo um novo tema para discutirmos ...... Abraço a Todos!!!

Cada 10 Domicilio, 3 possuem PC!!!

A cada 10 domicílios brasileiros, 3 possuem PC!!!

Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que três em cada dez residências do Brasil possuem um computador. As informações são referentes ao Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio) realizado no ano de 2008 e foram divulgadas nesta sexta-feira, 18/09.
O Brasil já totaliza 18 milhões de computadores domiciliares e, dentro desse número, 14 milhões já estão conectados à internet. Os dados demonstram avanços em relação a 2007, no entanto, ainda é significativa a desigualdade no acesso tecnológico do Brasil.
No Sudeste do país está concentrada a maior parte das residências com computadores, com cerca de 10 milhões. A região também está na frente na proporção de casas com conexão de internet, representando 31,5% da fatia. Em seguida, o Sul ocupa a segunda posição com 28,6% e o Centro-Oeste a terceira, com 23,5%. As regiões Norte e Nordeste apresentam, respectivamente, 10,6% e 11,6% dos domicílios com acesso à rede.
A telefonia também se popularizou no período. Nos dois anos, o número de residências com algum tipo de telefone alcançou 82,1%, e as que possuíam apenas telefone celular, 37,6%.
O Pnad é publicado anualmente e traça um perfil da situação econômica do Brasil, coletando dados sobre população, migração, educação, trabalho, família, domicílios e rendimentos.